Obra une ciência, poesia e encantamento para revelar os mistérios do Cerrado. Um convite à reflexão sobre a preservação desse ecossistema único e suas criaturas míticas
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O Instituto Histórico e Geográfico de Goiás (IHGG) foi palco de um evento marcante que celebrou o lançamento do mais novo livro do pesquisador Altair Sales Barbosa, intitulado Na Terra dos Mãe-da-Lua: O Diário de Zuza Santa Cruz. A obra, que foi organizado pela professora Tatiana Carilly, combina ciência, poesia e literatura, foi apresentada em uma cerimônia que reuniu autoridades, estudiosos e amantes da cultura local.
O livro é uma narrativa envolvente inspirada em um caderno encontrado numa gruta, que conta a história de Zuza Santa Cruz, um andarilho do Cerrado conhecido como “Doido” por muitos, mas também um dedicado guardião das criaturas míticas que habitam essa rica região biogeográfica do Brasil. Por meio do diário, o leitor é convidado a mergulhar em um universo encantado onde os Mãe-da-Lua – pequenos seres de olhos grandes como os do urutau, que domam tatus como se fossem cavalos e criam gafanhotos como gado – tornam viva a magia natural do Cerrado.



Mais que uma obra literária, o livro funciona como testemunho e alerta. Através da interseção entre ciência e mito, Altair expõe a beleza e a vulnerabilidade do Cerrado diante das ameaças que a expansão urbana e as atividades humanas impõem a esse ecossistema milenar. O desafio é claro: preservar o habitat e as lendas que o sustentam, evocando a intuição e o conhecimento humano para proteger esse patrimônio natural.
Um destaque especial da obra está nas ilustrações feitas pelo artista Elder Rocha Lima, cuja morte em outubro de 2024 marca um legado visual único para o projeto. Suas imagens delicadas e precisas dão forma e vida aos Mãe-da-Lua e à paisagem do Cerrado, enriquecendo a experiência do leitor com beleza e sensibilidade.
O lançamento contou com o apoio institucional do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás (IHGG) e da Uniaraguaia. A cerimônia incluiu discursos emocionados, apresentações musicais e leituras poéticas, reforçando o convite do livro para que todos se encantem e se engajem na defesa do Cerrado, conhecido como o berço da biodiversidade brasileira.





































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