Diário de Zuza Santa Cruz revela o universo mágico dos Mãe da Lua. Obra de Altair Sales traz reflexões urgentes sobre preservação e cultura desse magnífico sistema biogeográfico
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O livro “Na Terra dos Mãe da Lua e o Diário de Zuza Santa Cruz”, de Altair Sales Barbosa, com ilustrações de Elder Rocha e organização de Tatiana Carilly, será lançado oficialmente ao público no dia 28 de novembro, às 9h, no Instituto Histórico e Geográfico de Goiás. O evento é promovido pelo Instituto Altair Sales e o Centro Universitário Araguaia.
A obra literária é um marco especial para a valorização da literatura e do patrimônio imaterial do Cerrado. “Na Terra dos Mãe da Lua e o Diário de Zuza Santa Cruz” é um livro raro, na qual a ciência se rende à poesia do mundo e a busca pelo conhecimento se entrelaça com a beleza do desconhecido.
O ponto de partida é a jornada de um pesquisador no Cerrado, que se depara, por acaso ou destino, com um velho caderno repleto de histórias, desenhos e reflexões.
A Saga de Zuza e os Mãe da Lua
O personagem principal é Zuza, antigo proprietário de terras e matemático, que decide, por pura epifania, trilhar novos caminhos abrindo mão da racionalidade convencional para se alinhar ao ritmo da natureza.
Em sua vida errante no Cerrado, conquista fama de sábio e passa a registrar, em seu diário, o universo dos Mãe da Lua — seres míticos de olhos grandes e hábitos misteriosos. Esses guardiões do Cerrado, segundo o diário de Zuza, vivem seus próprios rituais e mantêm uma relação íntima e harmônica com a terra.
Reflexão sobre preservação
O livro ultrapassa a simples narrativa de descobertas científicas. Ao entrelaçar mitologia, espanto e delicadeza, ao propor reflexões profundas sobre a iminente destruição do Cerrado pelo avanço do desmatamento e das máquinas.
Zuza, cativado pelos Mãe da Lua, assume a missão de protegê-los, mostrando que o conhecimento científico deve caminhar lado a lado com o encantamento e respeito pela natureza.
Ler essa obra é atravessar a fronteira entre o visível e o invisível, entre o real e o mítico Cerrado, o que permite escutar o vento, sentir o aroma das flores do pequizeiro e questionar: o que ainda podemos salvar?
O livro é um chamado à sensibilidade e à urgência de preservar não apenas a biodiversidade, mas os mistérios e a história que habitam o Cerrado.


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